Um bebê é colocado sobre a mãe. Procura o peito, logo ao nascer. Se alimenta. Dorme. Ali, econtra uma certeza e uma garantia. Sua mãe está inteiramente pronta e preparada para ele. Ele, por sua vez, não titubeia uma fração de segundo sobre quem ele é para ela. Ele não pode titubear, não sabe questionar, não é capaz de duvidar, supor: “Será que esta é minha mãe?”
Neste instante preciso, a confiança brota. A confiança não é um acerto ou acordo intelectual. É um estado emocional, não um produto racional, é uma condição do espírito. Sente-se e pronto! Não é passível de conjecturas e indagações. Ou você tem ou não tem, ou está nesse estado ou não está.
Só se aprende isso quando você arranca o seu coração do meio de suas entranhas e vísceras e entrega na mão de outrem sem pestanejar. Este outro, matém sua vida acesa, mesmo enquanto parte de você já não lhe pertença.
A grande verdade sobre a confiança é que ela não brota em você, apenas cresce. Ela é regada e mantida por quem, por sua vez, entrega também toda a existência que possui a você. E quando você interfere com imaginações cinematográficas sobre tudo o que a confiança gera entre dois seres e recebe um telefonema madrugal, confortanto o seu ser para o dia seguinte, é quando você pára de pestantejar, titubear e indagar: “ Será que meu coração ainda bate?” E a dor se vai...
Neste instante preciso, a confiança brota. A confiança não é um acerto ou acordo intelectual. É um estado emocional, não um produto racional, é uma condição do espírito. Sente-se e pronto! Não é passível de conjecturas e indagações. Ou você tem ou não tem, ou está nesse estado ou não está.
Só se aprende isso quando você arranca o seu coração do meio de suas entranhas e vísceras e entrega na mão de outrem sem pestanejar. Este outro, matém sua vida acesa, mesmo enquanto parte de você já não lhe pertença.
A grande verdade sobre a confiança é que ela não brota em você, apenas cresce. Ela é regada e mantida por quem, por sua vez, entrega também toda a existência que possui a você. E quando você interfere com imaginações cinematográficas sobre tudo o que a confiança gera entre dois seres e recebe um telefonema madrugal, confortanto o seu ser para o dia seguinte, é quando você pára de pestantejar, titubear e indagar: “ Será que meu coração ainda bate?” E a dor se vai...

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