Há quem diga que agora sou eu um pai. Há quem diga que gerei vida e que essa vida lhe concedi Anna Clara como nome, como existência. Há quem diga minha responsabilidade está assim definida sob esses nomes Anna Clara, Elisa... Filhas do filho da Da. Lourdes... Mas Da. Lourdes de quem é mesmo que a Sra. é filha? E mesmo assim, quem é pai do pai do pai de seu pai?
Porque mesmo, essa transeferência de responsablidades? Porque esse livramento de si para O Maior? Fui eu quem decidiu? Ou isso tudo se construiu ao meu redor? Desculpe, filhas, não consigo respoder minhas próprias perguntas... Elas já foram todas explicadas antes mesmo que eu as pensasse. Minha fé, unicamente, me leva a elas no acaso de me econtrar com vocês, ou de vocês a mim. O Pai, me disse que vocês são a graça e a glória de sua existência e que para tanto, não seriam só minhas, mas pela santa presença do Espírito estariam agora em sua presença para justificar tudo mais o que o mundo pode ser com Ele. O Pai é também e principalmente seu pai, Elisa e Anna Clara. A Luz maior que encandeia a alma de seus pequeninos corpos e arde no interior como em angústia que as leva adiante para um estado melhor, um momento melhor é a chama que chama, é a luz que projeta suas vidas para adiante lá onde Ele está. No dia de hoje filha minha encaminho meus desejos para esse caminho, e confirmo o mesmo caminho para sua irmã!
Nessa luz eu creio e a Deus ela chegará! E asssim sou pai...
13 de dezembro de 2009 - Batizado
13 de dezembro de 2009
O Equilibrista e o Bêbado.
Ninguém caía... nem ponte nem pessoas, apenas a dignidade do ser equilibrista, porque o bêbado, este já é em si indigno de qualquer amor, de qualquer olhar, de qualquer honestidade. Mas o equilibrista, não. Pôxa, esse ser que caminha na fina corda bamba do encontrar-se com o outro, do deparar-se com o novo e além, tem lá alguma esperança de que é digno de sua própria existência. Por que o equilibrista não é bêbado! Dá lá suas beliscadas e tragadelas num e noutro gargalo, mas jamais caiu como a ponte e sequer matou outro ser digno... de equilibrar-se: respeita-o.
O equilibrista ama, se enfeita honestamente, sobre o fio da meada e tolera o medo da entrega nas alturas. Tolera o receio do ridículo daqueles que o vêem saculejar por sobre a bamba corda... não se incomoda com isso, porque não está naqueles lá embaixo. Está no sublime, na mais alta das mais elevadas e sinceras devoções e coragem de entrega de sua vida às alturas do amor inalcansável.
O Bêbado, coitado É cheio de firula, escreve qualquer coisa aqui e acolá e diz que se equilibra. mas na raiva, mal consegue pronuciar as próprias pernas. Tortura-se ao se explicar em verdade a si mesmo e não se reconhece no segundo anterior de seus pensamentos. Procura uma, duas, três palavras, para construir qualquer coisa parecida com uma frase e sequer entende o que ouve.
O equilibrista ao contrário calcula seus passos, passo a passo e antes já calculou seu risco, sua vida, sua aventura, sua entrega. Não espera a volta de niguém, por quanto já em si retorna para o maior bem que busca: o amor por sua trajetória. E se caiu, caiu no amor que o levou. Sua consciência não o machuca. A dor do bêbado, vem depois. O equilibrista vive sua dor e sua delícia para citar qualquer outro que circule...
O equilibrista ama, se enfeita honestamente, sobre o fio da meada e tolera o medo da entrega nas alturas. Tolera o receio do ridículo daqueles que o vêem saculejar por sobre a bamba corda... não se incomoda com isso, porque não está naqueles lá embaixo. Está no sublime, na mais alta das mais elevadas e sinceras devoções e coragem de entrega de sua vida às alturas do amor inalcansável.
O Bêbado, coitado É cheio de firula, escreve qualquer coisa aqui e acolá e diz que se equilibra. mas na raiva, mal consegue pronuciar as próprias pernas. Tortura-se ao se explicar em verdade a si mesmo e não se reconhece no segundo anterior de seus pensamentos. Procura uma, duas, três palavras, para construir qualquer coisa parecida com uma frase e sequer entende o que ouve.
O equilibrista ao contrário calcula seus passos, passo a passo e antes já calculou seu risco, sua vida, sua aventura, sua entrega. Não espera a volta de niguém, por quanto já em si retorna para o maior bem que busca: o amor por sua trajetória. E se caiu, caiu no amor que o levou. Sua consciência não o machuca. A dor do bêbado, vem depois. O equilibrista vive sua dor e sua delícia para citar qualquer outro que circule...
10 de novembro de 2009
Teoria do Apagão e o Clarão do Crepúsculo
O dia começou se preparando para contar uma história impressionante. Brasil, um sujeito de seu 8 milhões de estatura, não foi páreo para meros 49cm de um clarão sem igual. Parece que tudo começou em Itaipu... ou terá sido em Catanduva?
Tudo o que se sabe é que às 20:58 clareava no crepúsculo da Brasília já menos incandescente pela chuva insistente, tanto mais que pelo Sol fatigado do dia, um estrondoroso choro cor de luz!! Luz clara e cheia de cabelo, clareando vidas e relampejando as emoções de pai e mãe atônitos, estarrecidos, diante do inefável.
Itaipu sabia mesmo que não daria conta de tamanha claridade, de tanta energia iluminadora, por isso preferiu deixar Brasil numa penumbra majestosa para Anna Clarear com 49cm. Aquele sujeito que até a pouco, ofuscava luminosidade pelos quatro cantos de seu corpo, aquietou-se diante da gigante na doçura do cheiro, do choro, e da tranquilidade.
Temos que adimtir...
A culpa é dela mesmo. Enquanto Metade do tal Brasil fechava seu dia às escuras, Anna Clara surgia no horizonte uterino com seus raios iluminando nossas vidas por inteiro.
Seja bem vinda filha, seja bem vista filha, seja iluminada filha, como já foi tudo nesse dia. O mundo falou de você na sua clara chegada e ninguém desconfiou!
Te amo (amamos) todos!!!
Tudo o que se sabe é que às 20:58 clareava no crepúsculo da Brasília já menos incandescente pela chuva insistente, tanto mais que pelo Sol fatigado do dia, um estrondoroso choro cor de luz!! Luz clara e cheia de cabelo, clareando vidas e relampejando as emoções de pai e mãe atônitos, estarrecidos, diante do inefável.
Itaipu sabia mesmo que não daria conta de tamanha claridade, de tanta energia iluminadora, por isso preferiu deixar Brasil numa penumbra majestosa para Anna Clarear com 49cm. Aquele sujeito que até a pouco, ofuscava luminosidade pelos quatro cantos de seu corpo, aquietou-se diante da gigante na doçura do cheiro, do choro, e da tranquilidade.
Temos que adimtir...
A culpa é dela mesmo. Enquanto Metade do tal Brasil fechava seu dia às escuras, Anna Clara surgia no horizonte uterino com seus raios iluminando nossas vidas por inteiro.
Seja bem vinda filha, seja bem vista filha, seja iluminada filha, como já foi tudo nesse dia. O mundo falou de você na sua clara chegada e ninguém desconfiou!
Te amo (amamos) todos!!!
Assinar:
Postagens (Atom)
