Uns se indignam!
Outros admiram...
Tantos mil contemplam e alguns chegam para conheçê-lo
Não estão nem aí alguns. Outros tantos estão até demais!
Parecem os donos onipotentes e onipresentes desse mundo novo que se-te-apresenta
Cuidado com eles! Prepare-se pra eles!
Existem aqueles ainda que querem dissecá-lo para entendê-lo, outros para consumi-lo.
uns para aprendê-lo outros para devorá-lo.
Mas também tem os que nem se dão conta de si quanto mais do resto...
Mundo obscuro, incógnita, disfarçado de milhões de visões e pontos de vista.
Você veio pra clarear!
O mundo é mundo desde que gente é gente já dizia a grande filosofia criancil
É sua vez de Annalisar!!!
Te amo já desde antes do seu mundo!
18 de outubro de 2009
5 de abril de 2009
Como Nasce a Confiança
Um bebê é colocado sobre a mãe. Procura o peito, logo ao nascer. Se alimenta. Dorme. Ali, econtra uma certeza e uma garantia. Sua mãe está inteiramente pronta e preparada para ele. Ele, por sua vez, não titubeia uma fração de segundo sobre quem ele é para ela. Ele não pode titubear, não sabe questionar, não é capaz de duvidar, supor: “Será que esta é minha mãe?”
Neste instante preciso, a confiança brota. A confiança não é um acerto ou acordo intelectual. É um estado emocional, não um produto racional, é uma condição do espírito. Sente-se e pronto! Não é passível de conjecturas e indagações. Ou você tem ou não tem, ou está nesse estado ou não está.
Só se aprende isso quando você arranca o seu coração do meio de suas entranhas e vísceras e entrega na mão de outrem sem pestanejar. Este outro, matém sua vida acesa, mesmo enquanto parte de você já não lhe pertença.
A grande verdade sobre a confiança é que ela não brota em você, apenas cresce. Ela é regada e mantida por quem, por sua vez, entrega também toda a existência que possui a você. E quando você interfere com imaginações cinematográficas sobre tudo o que a confiança gera entre dois seres e recebe um telefonema madrugal, confortanto o seu ser para o dia seguinte, é quando você pára de pestantejar, titubear e indagar: “ Será que meu coração ainda bate?” E a dor se vai...
Neste instante preciso, a confiança brota. A confiança não é um acerto ou acordo intelectual. É um estado emocional, não um produto racional, é uma condição do espírito. Sente-se e pronto! Não é passível de conjecturas e indagações. Ou você tem ou não tem, ou está nesse estado ou não está.
Só se aprende isso quando você arranca o seu coração do meio de suas entranhas e vísceras e entrega na mão de outrem sem pestanejar. Este outro, matém sua vida acesa, mesmo enquanto parte de você já não lhe pertença.
A grande verdade sobre a confiança é que ela não brota em você, apenas cresce. Ela é regada e mantida por quem, por sua vez, entrega também toda a existência que possui a você. E quando você interfere com imaginações cinematográficas sobre tudo o que a confiança gera entre dois seres e recebe um telefonema madrugal, confortanto o seu ser para o dia seguinte, é quando você pára de pestantejar, titubear e indagar: “ Será que meu coração ainda bate?” E a dor se vai...
12 de fevereiro de 2009
Ode a Conceição (Ês Pêns quius ôins é Dêis)
Oiânnus carrú diboi
Pensannos tremda cidad
choranas pacham daterr
lembran nos povimdilá
ês pens quius ôins é dêis (4x)
vimbora pá-trabaiá
cávi tan quius prédiegrand
cantan naquespóin diôins
fazenum din-din pramim
ês pens quius ôins é dêis (4x)
voltanupa discan sá
usôin tam Chêipadaná
uns-réla só dissentá
usôtna bader naçam
ês pens quius ôins é dêis (4x)
pensannos povimdicá
sujannos ôin dissugerr
saudá dubarru dilá
senhôins! Icons pé-pandá
ês pens quius ôins é dêis (4x)
Pensannos tremda cidad
choranas pacham daterr
lembran nos povimdilá
ês pens quius ôins é dêis (4x)
vimbora pá-trabaiá
cávi tan quius prédiegrand
cantan naquespóin diôins
fazenum din-din pramim
ês pens quius ôins é dêis (4x)
voltanupa discan sá
usôin tam Chêipadaná
uns-réla só dissentá
usôtna bader naçam
ês pens quius ôins é dêis (4x)
pensannos povimdicá
sujannos ôin dissugerr
saudá dubarru dilá
senhôins! Icons pé-pandá
ês pens quius ôins é dêis (4x)
Assinar:
Postagens (Atom)
